
Cantor Gospel, Produtor Musical
- CANTOR & PRODUTOR Marcos Alessandro
- Campos Dos Goitacazes, Rio de Janeiro, Brazil
- Cantor, compositor,arranjador,multinstrumentista,produtor musical, formado em técn. informática, cursou economia, gestão pública, e curso básico e avançado de extensão em tecnologia,produção,rearmonização,áudio,partitura,harmonia funcional,leis de direitos autorais, iluminação, história da música e arranjos para orquestra. Ex-Cantor da Line Records e Produtor de todos os jingles e vinhetas Rádios e Tv 1993/1995 vim para Campos dos Goitacazes e montei meu Stúdio. O Friend´s Produções onde produzi milhares de jingles e mais de 100 CD´s . Fui o Pioneiro em Gravação Digital no interior do Estado e em edição não linear, hoje sou também proprietário do Studio Digital pois fui me aprimorando e começando a fazer edições e editorações de DVD´s.
Acha Tudo
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Encontro PR - Hotel Guanabara ficou pequeno!
Domingo é dia de praia, de passear com a família, mas também é dia de discutir os rumos do nosso Estado. Cerca de 3 mil pessoas compareceram ao Hotel Guanabara para participar do Encontro do Partido da República. Na ocasião, a coligação PR – PT do B foi apresentada. Além do Pastor Manoel Ferreira, o cantor Waguinho vai concorrer ao Senado. E não há dúvidas de que os nomes agradaram muito a galera, pois todos estão animadíssimos!
Com jeitinho irão me encontrar na última foto desta matéria original do Blog da Clarissa .
A convenção é nesta quarta-feira, 30/06, na sede do Partido da República.
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Convenção do PR
O PR realiza nesta quarta (30), a sua convenção estadual. É um ato apenas formal, já que as decisões políticas mais importantes já estão tomadas, entre elas, a aliança com o PT do B, para o Senado.
O partido terá chapas próprias, para deputado federal e estadual, e todos os nossos candidatos estão sendo convocados para participar deste importante evento, amanhã, a partir de 9h, na sede do PR, que fica na Avenida Rio Branco, 177, 19º andar (em frente ao Edifício Avenida Central)."
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Como organizar uma campanha eleitoral ( Parte 1 )
O CANDIDATO
• Tudo começa por você e aqui vou usar uma expressão que jamais uso para definir um candidato, porém como partimos do pressuposto de que a campanha é uma empresa, não tem jeito, aqui vai: você, candidato, não vai ser o dono, nem o presidente, nem mesmo o diretor ou gerente desta empresa chamada campanha. Simplesmente porque você é o único elemento insubstituível, a razão de ser da empresa: isso mesmo, você é o produto (desculpa de novo pela definição, mas é mais fácil pra entender). E se você, produto, tem que se tornar o projeto de vida de todos os funcionários da empresa para ser o objeto do desejo do consumidor final, no caso, o eleitor, tem que estar bem apresentado, atraente, disponível, enfim, não dá pra você ser o gerentão e ainda querer estar em tudo que é prateleira, certo?
• Trocando em miúdos: você, que é o centro de tudo terá que ir em busca de uma palavrinha mágica chamada profissionalização. Isso mesmo, como nas empresas familiares em determinadas sucessões, você tem que procurar um presidente profissional para a sua empresa, além de um diretor-financeiro, de um diretor de marketing, de um diretor de logística, de um diretor-administrativo, de um diretor de recursos humanos, de um diretor-jurídico…
• Cada empresa, ops, cada campanha, estabelece um organograma um pouco diferente da outra, um fluxograma idem. Mas as regras básicas de administração são as mesmas, basta você entender quais são as suas possibilidades (vai ser empresa de fundo de quintal? microempresa? multinacional?) e se ater a ser o mais eficiente dentro da sua categoria. O segundo passo é encontrar pessoas-chave de confiança e de competência comprovada em suas áreas. A partir daí você tem que deixar o barco correr, pois qualquer intervenção sua e pode ser a gota d’água.
ORGANOGRAMA
• Primeira regra: não deixe que se faça um organograma muito grande. Isso é coisa de amador, de gente indecisa, de gente que quer agradar a torcida e pensa no século retrasado (lembra alguma coisa?). Mas então: campanha não é nem hora nem lugar para fazer política. Calma, eu explico: é claro que uma campanha é sobre política e que é preciso abrir espaço para o máximo de gente participar, mas tome cuidado para não burocratizar o que deve funcionar sem entraves: o que vamos chamar de a sua diretoria-executiva. Esta deve ser acima de tudo eficiente. E ponto final.
COORDENADOR-GERAL
• A primeira pessoa a ser escolhida é o presidente da empresa, no nosso caso o coordenador-geral de campanha. É ele quem vai dar o tom, o ritmo do trabalho. Sugiro que você busque um executivo de alto padrão, embora essa gente queira cada vez menos se envolver com campanhas eleitorais. Mas insista, que vale a pena: sempre tem um sujeito pronto para ser mordido pela mosca azul da competição. Pense bem. Pode ser um amigo seu, alguém que já trabalhou com você, um familiar, sobretudo alguém em quem você confie (acho melhor sua mãe não, que ela pode confundir as coisas).
• Sério, você tem que confiar na pessoa para quem você vai entregar o seu futuro. Pense em alguém que tenha poder de decisão (e vontade de exercê-lo), bom caráter, capacidade de liderança e boas condições de saúde, disposição e disponibilidade. Também tem que ser alguém disposto a morrer por você, ou pelo menos pela sua causa. Se você encontrar alguém com estas qualidades, meio caminho estará andado.
• O coordenador-geral de campanha, juntamente com você, é quem deve formar a equipe. Se a campanha vai ser comandada por ele e não por você, pense bem antes de impor um coordenador mala que é seu amigo mas que terá dificuldade de funcionar sob o comando de outra pessoa. Evite levar gente que representa confusão para o centro de decisão de sua campanha.
CONSELHO POLÍTICO
• Logo abaixo do coordenador de campanha, mas não acima do resto da diretoria, deve vir o Conselho Político da campanha. Essa sim é uma turma a ser pensada. Devem estar ali representados os partidos da sua coligação, além de alguns políticos mais notáveis de sua região ou de seu grupo (atuais ou ex senadores, governadores, prefeitos etc.).
• Tome cuidado para ter um pequeno conselho que seja deliberador, para aqueles momentos de crise da campanha, e outro que seja mais amplo e no qual você tenha um coordenador político experiente com capacidade para encaminhar os assuntos sem que os participantes sintam-se menosprezados.
• É importante que esse coordenador seja também um elemento de ligação entre as decisões do grupo e as demais áreas da campanha. Porque não há nada pior que submeter o candidato a assembléias no calor da luta ou, quase pior, o pessoal da comunicação e de outras áreas executivas a ouvir palpites e reclamações de um sem número de pessoas bem na hora em que precisariam estar produzindo. Veja, as colaborações de políticos e de amigos são muito importantes, mas não as de todo mundo e nem a toda hora. Se você é o candidato, cuide que o seu coordenador-geral preserve a equipe, que é o mínimo que ele pode fazer pelo time que está em campo pra ganhar com você.
FINANCEIRO
• Este “quadradinho” do seu organograma deve estar na mesma altura daquele do Conselho Político, abaixo do coordenador-geral. Entenda que a grande maioria das decisões da campanha vai depender do coordenador financeiro, pois é ele que movimenta a máquina.
• O coordenador-financeiro não é apenas um caixa pagador e sim um administrador das finanças desta grande empresa chamada campanha. Ele precisa ter visão estratégica para saber como vai arrecadar e também para resolver quanto e como vai pagar cada um dos serviços da campanha.
• Claro que junto dele devem estar mais arrecadadores (gente de extrema confiança, claro), contadores e advogados (hoje essa área de prestação de contas é a mais importante de todas devido à nova legislação) e o próprio caixa, aquele que organiza e libera os pagamentos nas datas combinadas.
COMUNICAÇÃO, JURÍDICO, LOGÍSTICA, MOBILIZAÇÃO, PROGRAMA DE GOVERNO
• Numa linha horizontal e com mesma importância no organograma ficam todas as outras áreas das campanhas. Nos próximos dias vou complementar este post detalhando cada uma destas áreas e sugerindo como organizar o fluxograma para que tudo funcione direito. Como uma empresa daquelas líderes de mercado.
A ARTE DE CRIAR JINGLE PARA CAMPANHA ELEITORAL
Reze pra que o “freguês” tenha um nome sonoro, que abra boas possibilidades de rimas e que não facilite nenhuma paródia venenosa. Nunca se deve dar munição ao inimigo, certo ?
Escolha com cuidado junto à estratégia da campanha o conceito básico e o gênero musical de acordo com a região e o público-alvo antes de desenvolver o seu jingle. A obra tem que ser coerente com a imagem, a marca e as expectativas do candidato. Vá além do briefing, que pode ser bem ou mal passado. Briefing a cavalo também tem pra burro.
Use idéias contidas no discurso do candidato, palavras com as quais ele se identifique. Soa mais verdadeiro, cola mais na imagem dele.
Não adianta fazer um rol de slogans ou de obras realizadas. No calor da luta, no correr da canção, não fixa nada e denota muita intencionalidade. O eleitor é gato escaldado.
Um bom jingle tem que emocionar, convencer e grudar na orelha.
Partidos, partidos, negócios à parte, o poder de comunicação de uma canção é incontestável. E pode ser uma arma em mãos erradas, he, he, he! (risada de vilão de cartoon).
Jingles eleitorais
Dia Nacional contra a violência ao idoso
Esta terça-feira (15) é Dia Nacional de Combate à Violência à Pessoa Idosa. Para lembrar a data, o Departamento do Idoso da secretaria municipal de Saúde realiza evento na Praça São Salvador, das 8h às 14h. O objetivo é conscientizar a população dos direitos dos idosos, com distribuição de cartilhas e esclarecimentos. O departamento realiza ações de cuidados e proteção aos idosos em seis núcleos espalhados pela cidade.
- As estatísticas nacionais demonstram o aumento da população idosa e, com isso, a necessidade de órgãos preparados para atuar na Terceira Idade. De janeiro a maio deste ano realizamos 363 atendimentos referentes à violência. Em 2009 foram 428 de janeiro a dezembro. A grande diferença porque as pessoas estão recorrendo aos núcleos para denunciar - - explicou a diretora do departamento, Alessandra de Oliveira.
No Núcleo de Violência ao Idoso, no Jardim Carioca, em Guarus, são recebidas denúncias, ofícios de UBS e hospitais da cidade, além de solicitação para intervenção do Núcleo nos casos de abandono e negligência. E, ainda, são feitos acordos, realização de visitas domiciliares e orientações jurídicas.
No Centro Dia do Idoso, em Guarus, a média de atendimentos mensais chega a 2.690 em consultas em sete especialidades; atendimentos emergenciais com enfermeiros e técnicos de enfermagem; marcação de consultas e exames; atividades físicas; triagem e atendimento às famílias com assistente social e aulas de artes.
Já no Clube da Terceira Idade, no Centro, são realizados cerca de 9.680 atendimentos mensais em 12 especialidades; marcação de exames e consultas; coletas de sangue; aulas de dança; hidroginástica; além dos bailes e bingos. No Núcleo da Terceira Idade, em Conselheiro Josino, são 2.660 atendimentos/mês.
No Clube da Terceira Idade de Travessão são cerca de 3.166 atendimentos mensais em fisioterapia, odontologia, cardiologia e psicologia; serviço de triagem e acolhimento; aulas de dança e ginástica; e atendimentos jurídicos. Na praia do Farol de São Thomé o Clube é uma Colônia de Férias, com média de 300 atendimentos mensais em fisioterapia; hidroterapia; hidroginástica; aulas de tai chi chuan, educação física e artes.
terça-feira, 15 de junho de 2010
Os templos religiosos de São Paulo lideraram o ranking de queixas de poluição sonora feitas no Ministério Público Estadual (MPE) em 2009, com uma média de cinco representações por mês. Desde a implementação das regras do Programa de Silêncio Urbano (Psiu), em 1994, esta foi a primeira vez que as reclamações referentes a bares e a casas noturnas foram superadas no MP. São cerca de 22 mil templos na capital paulista, enquanto restaurantes, casas noturnas e similares somam 55 mil, segundo sindicatos do setor.
O jornal “O Estado de S.Paulo” ouviu moradores que apresentaram cinco representações nas Promotorias de Urbanismo e de Meio Ambiente contra o ruído de templos, que possuem alvará como local de reuniões ou eventos e realizam até 12 cultos por semana, sem ser incomodados pelos agentes da Prefeitura.É o caso da Igreja Mundial do Poder de Deus, na Rua Carneiro Leão, no Brás, região central, que funciona em um antigo galpão das Indústrias Matarazzo. O templo para 15 mil pessoas ficou interditado por 53 dias, entre dezembro e fevereiro, mas foi reaberto após alvará provisório da Secretaria Municipal de Habitação (Sehab), em 13 de fevereiro. No alvará consta a permissão para a realização de "eventos" duas vezes por semana. A igreja está localizada na única área de zoneamento residencial do Brás. O MP já pediu que a Sehab reveja a decisão de liberar o templo. "
Música reduz dores crônicas
Música reduz dores crônicas
27 de Maio de 2010, por Vibranews - O Portal da Acústica
Música reduz dores crônicas
Pesquisa feita nos Estados Unidos confirmou que ouvir música pode ter efeitos benéficos sobre pacientes que sofrem com dores crônicas. De acordo com o estudo, feito pelo Journal of Advanced Nursing, a redução dos níveis de dor daqueles que ouviam música foi 21% superior do que a dos que não ouviam. O índice dos que sentiam depressão em decorrência da dor crônica também diminuiu 25%, enquanto Pesquisa anterior, publicada na mesma revista, revelou também que ouvir música suave durante 45 minutos antes de dormir pode aumentar o sono em até um terço. que o índice dos que não escutavam música com regularidade permaneceu inalterado
segunda-feira, 14 de junho de 2010
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Postado em 10th junho, 2010
O Deputado Jorge Picciani disse em seu Twitter que o Senador Marcelo Crivella teria votado a favor da emenda Simon.
Mas estou vacinado contra as mentiras que ele diz por aí, afinal defendendo Cabral ele já estourou qualquer cota de mentiras, Então resolvi procurar os Senadores das bancadas dos estados produtores que votaram contra e a favor da emenda Simon.
Acompanhe quem votou:
Rio
Francisco Dornelles (PP) – Contra
Marcelo Crivella (PRB) – Contra
Paulo Duque (PMDB) – Contra
Espírito Santo
Gerson Camata (PMDB) – Contra
Magno Malta (PR) – Contra
Renato Casagrande (PSB) – Contra
São Paulo
Aloizio Mercadante (PT) – Contra
Eduardo Suplicy (PT) – Contra
Romeu Tuma (PTB) – A favor
Para os interessados.
Picciani faz isso porque o senador Crivella lidera as intenções de voto para o Senado, e ele que já se declarou pré candidato ainda não alcançou 5%, aliás, os dois candidatos da chapa de Cabral somados não chegam a 10%. Por isso esta farra de acusações, Picciani sabe que o Bispo ganhará esta eleição e ele ficará sem mandato.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
O golpe da caneta
Lamentavelmente eu e Rosinha, não fomos julgados. Fomos submetidos a um processo semelhante à Inquisição, cujo objetivo final era o linchamento político, através da mídia, explorando a decisão da Justiça. Uma decisão, aliás, juridicamente incorreta. Moralmente insustentável. E politicamente com nome e endereço do beneficiado.
Vejam que a decisão viola o artigo 22, da lei complementar 64/90, já que Arnaldo Viana não era candidato, portanto não podia propor a ação.
Viola os artigos 515, parágrafo 3º, e 132, do Código de Processo Civil, que afirmam claramente, que o processo teria que ser remetido ao Juízo de Primeira Instância, onde fomos vitoriosos.
Viola o princípio da potencialidade, pois o programa de rádio em que entrevistei Rosinha foi ao ar antes do período eleitoral, e durante a campanha, a emissora entrevistou todos os candidatos.
Em relação a Rosinha, ainda há algo mais grave. A ação de impugnação de mandato eletivo não pode ser usada para se alegar “uso indevido de meios de comunicação”.
O TRE “mandou o direito às favas” com essas e outras irregularidades e nos julgou politicamente.
Interessante lembrar, que esse processo é relativo à eleição de 2008, para a prefeitura de Campos, por que julgá-lo justamente agora, no mês de registro das candidaturas ao governo do Estado?
Fica claro o golpe, ou seja, o tempo para recorrer da decisão equivocada do tribunal do Rio ao TSE fica estreito; dificulta alianças; tumultua a convenção marcada para o próximo dia 27; e ainda por cima confunde o eleitor, que próximo do início da divulgação das pesquisas eleitorais, estará se perguntando: “O Garotinho é ou não é candidato?”.
Lamentavelmente estou sendo vítima de uma covardia, de uma violação dos meus direitos e acima de tudo, de uma grande injustiça.
Quando fui o primeiro governador – e até hoje o único – a conceder autonomia financeira ao Poder Judiciário, raposas experientes na política, me aconselharam a não fazê-lo. Diziam: “Um homem público muitas vezes é vítima de injustiça e precisa ter meios, e acima de tudo, poder para conseguir corrigir eventuais perseguições”.
É exatamente o que está acontecendo comigo agora. O Judiciário do Rio, com a Lei Garotinho, de autonomia financeira, se tornou o mais eficiente do país, construiu fóruns novos, em todas as cidades, modernizou o seu sistema de gerenciamento, de informatização de processos e ganhou a liberdade para investir sem precisar pedir favor a ninguém, que é aquilo que eu sempre defendi.
Mas como qualquer instituição às vezes sucumbe às pressões políticas.
Sou vítima do benefício que concedi. Mas não me arrependo. A história mostrará que existiu, independente dos juízes e dos desembargadores, um tribunal antes e outro depois da Lei Garotinho. Fiz a minha parte. Mesmo que politicamente arriscada, a minha decisão é administrativa e historicamente correta.
Não quero nesse artigo desmerecer a grande maioria dos juízes e desembargadores que compõem o Tribunal de Justiça do Rio, e que tenho a certeza, no seu íntimo, também se envergonham da decisão equivocada tomada pelo TRE.
A justiça que não me foi feita por quem devia fazê-la, o tempo fará.
Anthony Garotinho"
terça-feira, 8 de junho de 2010
Você tem medo de morrer?
Com certeza não !!! Pois tenho a convicção de minha salvação . Quanto a isso tô tranquilinho, se Deus quiser me levar hoje , tudo bem, Ele é soberano.
Você preferiria estar muito quente ou muito frio?
Sempre prefiro o frio, acho que fui feito pra morar na Suíça !!! Hihihihihi...





